O meu Blog que é dedicado ao Sr. Azdrubal Zualdo e Bartolomeu Baldolino Almandino Salestiano Vânio Joselito Esteniosvaldo Zelimar Valdério Narciso Ambrósio Cornelius Jovino Vantoir Lenaldo Serafim de Bragança e Bourbon Santos Delfino Navorski Celestino De Lima Costa Grande Sobrinho das Neves e Silva.
Você sabe quem é ?
"As reticências são os três primeiros passos do pensamento que continua por conta própria o seu caminhos." Mario Quintana
A Tripel Karmeliet é produzida pela família Bosteels, responsável pelas famosas Kwak, e a cerveja feita pelo mesmo método de Champagne, a Deus. O herdeiro Antoine Bosteels usa uma receita de 1679 pertencente a um monastério carmelita, uma cerveja de três grãos: aveia, trigo e malte. Essa combinação gera uma das melhores cervejas do mundo. No tanque: combinação de três grãos
Como todas as cervejas especiais no mundo a Karmeliet tem seu próprio copo para degustar, que lembra uma taça de vinho borgonha tinto.
A Karmeliet é produzida em diversos formatos de garrafa, da tradicional 330 ml até grandes formatos. As garrafas grandes guardam cervejas mais complexas. No nariz é uma explosão de aromas: laranja, caramelo, damasco; na boca sabor muito longo e uma ligeira doçura que torna a degustação mais fácil para maioria das pessoas.
Rótulo Tripel Karmeliet, foto produzida por *bene*.
Carta aberta de Marco Falcone em defesa da cerveja de qualidade.
Amigos,
Venho falar a todos vocês sobre um tema de alta relevância. Peço que leiam com atenção pois isto é a sobrevivência ou a morte da cultura cervejeira no Brasil. Depois de décadas de impedimento, de obscuridade e de privação com relação à livre escolha com relação às cervejas especiais (chamo estas décadas de "os anos de chumbo da cerveja"), como todos vocês já sabem, surgiu no Brasil, como na Europa e América do Norte há poucos anos esta magnífica e exuberante revolução das cervejas artesanais. Não perderei tempo com este histórico pois já é de conhecimento de todos. Particularmente, nós da Falke Bier entramos de cabeça, largamos tudo, nos dedicamos ao máximo não só em prol de nossa cervejaria, mas também em prol da cultura cervejeira no Brasil. Fizemos em Minas um movimento pesado, organizamos o setor de cervejas no Sindbebidas e ajudamos a criar no SEBRAE uma pasta específica para o setor das micro cervejarias englobando também as cervejas caseiras. Abrimos nossa cervejaria a todos que quisessem conhecer, acompanhar o processo. Arrebatamos dezenas e dezenas de novos aficcionados. Em termos nacionais, incentivamos a formação de várias Acervas, apoiamos e patrocinamos todos os Concursos Nacionais, desde o primeiro no Rio de Janeiro, em 2006, quando enviamos um barril de Red Baron. Temos contribuído de forma aberta com vários foruns, inclusive no Orkut. Incentivamos e trouxemos de volta para o movimento figuras como o Mestre Paulo Schiaveto, que hoje é grande referência não só no Brasil, como no mundo. Isto, para não citar outras ações, como cursos, palestras, harmonizações dirigidas, que devem estar na memória da maioria de vocês. Ousamos formulando receitas especiais, lançamos o primeiro chopp comercial com o malte torrado na própria fábrica. Formulamos a primeira cerveja Tripel comercial fabricada no país. Partimos para outros estilos, investimos pesado em uma IPA também objetivando dar acesso a todos a esta diversidade de estilo, isto tudo, apesar dos abusivos impostos que éramos obrigados a arcar, com se fôssemos grandes cervejarias, ficando claro a injustiça com relação ao poder contributivo, para empresas de tão pequeno porte. Isto também ocorreu com as demais micro cervejarias do Brasil, cientes da necessidade da expansão da cultura cervejeira no país. Quem não sabe das investidas fantásticas da Colorado, ousando incrivelmente, da Bamberg com sua diversificada carta, da Backer, da Krug (Austria), da Wäls com fantásticas cervejas, da Dado, Schmitt, da Abadessa, a Coruja. Nem vou me extender para não cometer a injustiça do esquecimento, mesmo sabendo que já estou incorrendo nesta falha. Também obtiveram crescimento outros atores da cadeia produtiva, como os fornecedores de matéria prima, de equipamentos, consultores como a fantástica Cilene Saorim entre outros (olha eu novamente cometendo injustiça por olvidar nomes), publicações diversas, bares e restaurantes especializados em gastronomia, sobretudo os de cervejas especiais, delikatessens, supermercados gourmet, fornecedores de acessórios, etc. Fantástico o momento, não? Não. O Governo Federal resolveu acabar com isto tudo. Promulgou, a partir de 1o. de janeiro deste ano uma lei, injusta e confiscadora que promoverá a curto prazo a inviabilidade de nossa atividade no Brasil. Mata os fabricantes existentes e aborta os fetos que são os homebrewers. Sobrarão alguns poucos na informalidade. Na verdade, atendendo a interesse de que nem sei de quem, foi criada uma pauta para os tributos federais (PIS, COFINS e IPI - Leis 11.727 e 11.827) que oneraram inacreditavelmente todos os micro cervejeiros no país. Isto em um momento de crise, em que inclusive, alguns setores da economia têm sido contemplados com isenção de IPI. Para tentar reverter esta situação, reunimos algumas micro cervejarias, no mês de dezembro passado (2008), em São Paulo, mas ainda nos encontrávamos nocauteados, não obtivemos um norte naquela reunião. Progredindo na tentativa de reação, cada micro cervejaria passou a pesquisar, consultar suas bases jurídicas e tributárias e debater via e-mail uma solução. Com a recente consolidação da ASCASC - Associação das Cervejarias Artesanais de Santa Catarina, dotada de uma excelente organização e com um significativo número de integrantes, e ainda, da proximidade com o Rio Grande do Sul, outro estado que envolve um grande número de micros (25, segundo o Gustavo da Schmitt), além da proximidade do Sudeste, realizamos ontem, dia 20 de março, uma reunião que pode ser o marco de uma reviravolta desta derrama que o governo está promovendo em nosso setor. Com presença das Micro Cervejarias Schornstein (SC), Zenh Bier (SC), Saint Bier (SC), Euro Bier (RS), Cervejaria da Ilha (SC), Schmitt Bier (RS), Ralf Bier (RS), Wäls Bier (MG), Krug Bier (MG), Colorado (SP), Falke Bier (MG), Opa Bier (SC), Borck (SC), Bier Land (SC), Das Bier (SC), Sud Brau (RS), além dos Advogados Jorge Glitzer, presidente da Acerva Gaúcha e do José Cândido Borba, Advogado Tributarista, também distribuidor de cervejas especiais, residente em Florianópolis. Nosso propósito é nos municiar de todos e quaisquer argumentos, de toda e qualquer prova da inviabilidade que nos impungiram, formulando, além de planilhas abertas para cada micro cervejaria, para cada Estado uma documentação comprobatória da situação. Temos a favor (o que ocorrerá com o setor se obtiver tratamento tributário justo): - Maior número de micro cervejarias, com a adesão de um grande número de empresas atraídas pela viabilidade do empreendimento; - Maior número de empregos/litros de cerveja, e também relativo aos empregos indiretos; - Valorização da mão-de-obra local com especialização; - Diminuição da informalidade no setor; - Incremento no setor gastronômico, com novas oportunidades para bares e restaurantes; - Aumento de produção e consequentemente vendas, nas empresas já estabelecidas; - Ampliação da oferta de estilos, consolidando o país como uma nova escola cervejeira; - Maior oferta aos amantes, apreciadores e degustadores, que passarão a consumir o produto nacional em detrimento das importadas; - Possibilidades de exportação, ampliando as fronteiras do país; - Beneficiamento significativo do turismo em todos os Estados contemplados; - Resgate histórico e cultural de uma cultura milenar que está enraigada no brasileiro; - Estímulo ao consumo responsável, já que cerveja artesanal se consome em menores volumes. - Benefícios à saude, já que são bebidas ricas em complexos vitamínicos e não utilizam conservantes e produtos químicos lesivos; - Embora o álcool em quantidades elevadas possa ser nocivo, no caso das cervejas artesanais o estímulo é pelo consumo reduzido; - Aumento na arrecadação de impostos.
Contra (o que ocorrerá com a manutenção do novo regime tributário): - Retração de novos empreendedores; - Aumento da informalidade; - Privação dos amantes, degustadores e apreciadores em geral das novas e excelentes cervejas, obrigando-os ao velho cartel; - Retração em toda a escala produtiva, inibindo aumento nos empreendimentos; - Estancamento desta nova atividade cultural, histórica e turística; - Prejuízo para todos, inclusive para o poder público.
Consideramos ainda que a perda arrecadatória com o atendimento a nosso pleito é insignificante à Receita, somos apenas 0,18% da tributação nacional, e que os ganhos com a adesão de novos empreendedores superam significativamente. Fundamentada a idéia, gostaria de solicitar a colaboração de todos da cadeia produtiva. Em breve estaremos lançandos acões, manifestos, abaixo-assinados, até participação em passeatas, tudo que possa mostrar a força de nosso movimento. Na reunião do dia 20, formamos algumas comissões para transformar em números e planilhas o que foi aqui exposto. Estamos com nova reunião marcada, para consolidar isto tudo no dia 24 dia abril, em Florianópolis, na FIESC, mesmo lugar. Solicitamos a todos sugestões, contribuições com análises ponderadas, vislumbramento de canais que viabilizem nosso pleito. Vamos à luta, amantes da boa cerveja. Divulguem a todos de boa razão.
Tempos atrás, vivíamos cachaça. Hoje, muito mais além, vivemos cerveja.
Com esse espírito, nossa dedicação é total: estudar e degustar diariamente, aprofundando nossos conhecimentos e principalmente fazendo e fortalecendo amizades! O ditado popular é verdadeiro: ?Nunca fiz amigos bebendo leite?.
Será que o álcool libera um instinto há muito tempo quase extinto dentro de nós?
Viver cerveja é isso: conhecer pessoas e lugares; receber amigos em casa.
Minha loja, minha casa!
Minha casa, sua casa!
Muito mais que prateleiras com cervejas selecionadas a dedo, nosso Biergarten tem esse espírito e essa vocação: reunir para celebrar!
Atendendo a pedidos, aumentamos nossa área de degustação.
Agora, você pode sentar-se junto a uma mesa típica alemã: com um banco único de cada lado, em que todos se sentam juntos para tomar uma cerveja de qualidade!
Produzida em quantidade limitada pelo homebrewer José Virgílo Braghetto, a Pratinha é para ser degustada entre amigos e com muita análise de sua qualidade sensacional!
A cada produção, a Pratinha é de um tipo diferente. As 12 únicas garrafas que você encontra na geladeira da loja são de cerveja do tipo scotch ale, com graduação de 11,5% de álcool, podendo ser guardada por vários anos ? se você tiver a coragem de manter-se longe do líquido divino que essa garrafa possui.
Com uma forte característica maltada, pouco lúpulo e um toque de flor de Urze, um arbusto típico das terras altas da Escócia, esta cerveja leva uma grande quantidade de maltes importados que contribuem para um teor alcoólico mais alto e um período de guarda que pode chegar a vários anos. Antes de ser engarrafada, a Pratinha Scotch Ale descansou em tanques com carvalho francês que contribuiu para um bouquet de grande latitude.
Tivemos o prazer de degustar uma Pratinha Scotch Ale logo quando ela foi engarrafada e agora, cerca de um mês depois: a diferença já é muito grande. Da primeira, lembramos do sabor adocicado, característico de uma cerveja de graduação alcoólica alta. A segunda já se equipara a um licor, tendo se tornado marcante o sabor tostado e o retrossabor dos maltes.
Divina! E imperdível!
(Obs.: A Pratinha não é pasteurizada e por isso, deve ser mantida gelada. Por esse motivo, torna-se inviável encomendas para outras cidades que não sejam em Ribeirão Preto. Nossa sugestão: venha buscar!)
A Cervejaria Colorado vem a público manifestar sua indignação ao comentário maldoso, pouco ético e sem fundamento emitido pelo mestre-cervejeiro da Guinness, Sr. Fergal Murrey, em relação à cerveja brasileira.
Agora que a Europa está em crise, parece que as grandes cervejarias estrangeiras começam a ter um grande interesse no nosso mercado. Semana passada esteve em São Paulo o cervejeiro da Guinness Sr. Fergal Murray ?a convite? da multinacional DIAGEO, para ensinar brasileiro a beber cerveja, a deles.
Foi ao Anhanguera, que só vende cervejas artesanais brasileiras, e com uma careta qualificou a cerveja Demoiselle, da Cervejaria Colorado, como "É café, gelo e álcool". Oras bolas, Sr. Murrey! Gosto à parte, mas paladar é fundamental nesta nossa jornada de cervejeiro. Preferimos acreditar que fôlego lhe faltou neste maravilhoso tour beergastronômico pelo Brasil. Pior ainda foi que o comentário saiu publicado no Jornal da Tarde do último dia 21/10/2008, sob o título ?Em busca da loira perfeita?.
Em resposta a este palpite infeliz do Sr. Fergal Murray, fazemos questão de manifestar nossa indignação e desrespeito à cerveja brasileira, que com muita luta vem criando sua própria escola, com muita garra, perseverança e dedicação das micro-cervejarias. O referido palpite do Sr. Murrey não surtiria tanta indignação se viesse de uma observação isenta, mas o texto já desde o título dita idéias eugênicas (?Em busca da loira perfeita?, como se toda cerveja fosse loura e alguma delas perfeita), e segue num tom abertamente colonizador com o cervejeiro, pretendendo ensinar o repórter a beber, ser homem e assumir o controle. Rechaçamos com veemência esse tipo de postura.
Quem nos lê sabe que a Cervejaria Colorado é brasileira com muito orgulho, e utiliza os melhores ingredientes somados a toda criatividade de profissionais respeitados e premiados no segmento para elaborar seu portifolio. E a Colorado não faz só a Demoiselle, faz vários outros tipos de cerveja usando maltes e lúpulos, é claro, mas também ingredientes tipicamente regionais, como o mel de laranjeira, a mandioca, a rapadura e o café. Isso nos difere das estrangeiras, está fazendo com que nossas vendas aumentem a cada dia, e o mais importante, estamos agradando e construindo o paladar brasileiro para as cervejas premium. Será que é isso que aflige a produção massificada a ponto de ser recebermos comentários nada éticos como o do Sr. Murrey?
Então, como ninguém da Cervejaria Colorado vai à Irlanda espinafrar por escrito as cervejas irlandesas, resolvemos dedicar um sambinha ao Sr. Murray:
PALPITE INFELIZ
(CANÇÃO ADAPTADA de Noel Rosa, em honra a Ricardo Rosa, autor da Demoiselle)
Quem é você que não sabe o que diz? Meu Deus do Céu, que palpite infeliz! Salve Dado, Bamberg, Falke Wals e o Schmitt Que sempre souberam muito bem Que a Colorado não quer abafar ninguém, Só quer mostrar que faz cerveja também Fazer cerveja em Ribeirão é um brinquedo Temos bons chopes sabe até o arvoredo Eu já chamei você pra ver Você não viu porque não quis Quem é você que não sabe o que diz? A Colorado é uma cervejaria independente Que tira chope, mas não quer tirar patente Pra que ligar a quem não sabe Aonde tem o seu nariz? Quem é você que não sabe o que diz?
Deixamos aqui registrado nosso pesar ao paladar vicioso do Sr. Murray, que ao experimentar o novo e inusitado produto tropicalizado brasileiro não soube apreciar o que tem sido aclamado pelo público nacional. A todos os outros desejamos um brinde!
Segue link da matéria do JT para quem quiser conferir na íntegra:
Em busca da loira perfeita :: TXT JT
21 Out 2008 ... O professor em questão é o mestre cervejeiro da Guinness, Fergal Murray, 46 anos . Na semana passada, em meio à discussão sobre o fato de o ... txt.jt.com.br/editorias/2008/10/21/var-1.94.12.20081021.1.1.xml - Páginas Semelhantes
OBS. REPASSE ESTA MENSAGEM A TODOS QUE APRECIAM A CERVEJA NACIONAL E O TRABALHO DAS MICROCERVEJARIAS BRASILEIRAS.
Marcelo Carneiro da Rocha Presidente da Cervejaria Colorado, de Ribeirão Preto / SP ? Brasil
26.11.07
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Cerveja com gosto de Chimarrão - Dado Bier Ilex
A cerveja pretende reunir em uma mesma garrafa a paixão dos gaúchos, o chimarrão, e uma paixão nacional, a cerveja, para conquistar o paladar dos apreciadores do Brasil, Argentina e Uruguai.
Em um ano e meio de pesquisas, o mestre-cervejeiro Carlos Bolzan buscou unir em uma mesma fórmula o que a erva-mate e a cerveja têm de melhor. O resultado é uma equilibrada cerveja que mantém o amargor característico da bebida, mas acrescenta notas de aroma, sabor da erva-mate e uma coloração única.
Pela primeira vez em 250 anos, a Guinness deixa de ser uma cerveja exclusivamente preta. A Guinness Red é o nome da nova cerveja ruiva que passa a acompanhar a cerveja preta mais conhecida do mundo. A versão terá os mesmos ingredientes da tradicional Guinness Draught, mas é adicionado cevada tostada para modificar a sua cor e o seu sabor, de maneira a torná-la mais doce.
19.9.07
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II Concurso Nacional de Cervejas Artesanais
O II Concurso Nacional de Cervejas Artesanais, da ACervA Carioca, o evento está marcado para o dia 29 de setembro deste ano e será realizado em uma casa de festas no Joá (Estrada do Joá, 3000), a partir das 13h.
Como na edição anterior, o evento terá muita comida e cerveja especial, tudo incluído no valor do ingresso (R$50). Neste ano, vai rolar cerveja Weinhenstephan (Alemanha) e chopp Devassa (RJ), Bamberg Bier (SP), Colorado (SP), Eisenbahn (SC) e Falke Bier (MG), além das cervejas artesanais, totalizando cerca de 30 tipos diferentes. O buffet servido ficará por conta do Petit Paulete e do Bar Luiz, com direito a embutidos do Alemão da Serra, além de churrasco.
Os cervejeiros concorrerão em duas categorias, uma de estilo específico e outra de estilo livre. Neste ano o estilo escolhido foi Stout, cerveja escura do tipo ale.
A cervejaria Baden Baden, de Campos do Jordão, dá continuidade à sua série de cervejas sazonais de edição limitada com o lançamento da "Celebration Inverno 2006", uma cerveja tipo Double Bock, produzida em série limitada de 25 mil garrafas. A nova cerveja é uma bock, avermelhada e levemente adocicada, com grau alcoólico de 8,2%. As garrafas de vidro de 600ml são produzidas pela Saint Gobain, as tampas pela Tapon Corona e os rótulos auto-adesivos pela Soft Color. O layout das embalagens é da M Design e da Saint Gobain.