O meu Blog que é dedicado ao Sr. Azdrubal Zualdo e Bartolomeu Baldolino Almandino Salestiano Vânio Joselito Esteniosvaldo Zelimar Valdério Narciso Ambrósio Cornelius Jovino Vantoir Lenaldo Serafim de Bragança e Bourbon Santos Delfino Navorski Celestino De Lima Costa Grande Sobrinho das Neves e Silva.
Você sabe quem é ?
"As reticências são os três primeiros passos do pensamento que continua por conta própria o seu caminhos." Mario Quintana
A Tripel Karmeliet é produzida pela família Bosteels, responsável pelas famosas Kwak, e a cerveja feita pelo mesmo método de Champagne, a Deus. O herdeiro Antoine Bosteels usa uma receita de 1679 pertencente a um monastério carmelita, uma cerveja de três grãos: aveia, trigo e malte. Essa combinação gera uma das melhores cervejas do mundo. No tanque: combinação de três grãos
Como todas as cervejas especiais no mundo a Karmeliet tem seu próprio copo para degustar, que lembra uma taça de vinho borgonha tinto.
A Karmeliet é produzida em diversos formatos de garrafa, da tradicional 330 ml até grandes formatos. As garrafas grandes guardam cervejas mais complexas. No nariz é uma explosão de aromas: laranja, caramelo, damasco; na boca sabor muito longo e uma ligeira doçura que torna a degustação mais fácil para maioria das pessoas.
Rótulo Tripel Karmeliet, foto produzida por *bene*.
7.5.09
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Cervejeira AB InBev vende filial sul-coreana por 1,8 mil milhões de dólares
Por : Marlene Carriço
A maior cervejeira mundial, a Anheuser-Busch InBev, acordou a venda da sua filial sul-coreana - a Oriental Brewery - ao fundo de investimento norte-americano Kohlberg Kravis Roberts (KKR) por 1,8 mil milhões de dólares (1,35 mil milhões de euros).
Numa declaração conjunta, a companhia belga de cerveja e o fundo de investimento norte-americano afirmam que a AB-InBev irá também conceder licenças exclusivas à KKR para a distribuição exclusiva de determinadas marcas na Coreia do Sul, incluindo a Budweiser e a Hoegaarden.
O acordo de venda permite à AB InBev baixar o nível da sua dívida e dá à KKR uma empresa com uma quota de 40 por cento nos 2,8 mil milhões de dólares (2,1 mil milhões de euros) do mercado da cerveja sul-coreano. A cervejeira número um neste mercado, a Hite, tem uma quota de 60 por cento.
"O acordo é positivo para a Hite, uma vez que reduz a possibilidade de uma guerra de marketing", disse Karen Choi, analista no Woori Investment & Securities, recordando uma guerra entre Hite e OB que provocou graves danos, em 2005-2006. "A KKR irá concentrar-se mais na rentabilidade do que na expansão da quota de mercado".
A AB Inbev precisa de conseguir liquidez para cobrir as dívidas adquiridas com a compra da americana Anheuser-Busch (Budweiser), em Novembro passado, que totalizam os 52 mil milhões de dólares (39 milhões de euros).
A KKR, por seu turno, terá acesso a fundos gerados pela actividade operacional que a ajudarão a pagar a dívida contraída para efectuar a compra. O negócio dá finalmente uma oportunidade a um fundo de investimentos ocidental de colocar um grande montante de dinheiro no mercado asiático, de acordo com a Reuters.
Carta aberta de Marco Falcone em defesa da cerveja de qualidade.
Amigos,
Venho falar a todos vocês sobre um tema de alta relevância. Peço que leiam com atenção pois isto é a sobrevivência ou a morte da cultura cervejeira no Brasil. Depois de décadas de impedimento, de obscuridade e de privação com relação à livre escolha com relação às cervejas especiais (chamo estas décadas de "os anos de chumbo da cerveja"), como todos vocês já sabem, surgiu no Brasil, como na Europa e América do Norte há poucos anos esta magnífica e exuberante revolução das cervejas artesanais. Não perderei tempo com este histórico pois já é de conhecimento de todos. Particularmente, nós da Falke Bier entramos de cabeça, largamos tudo, nos dedicamos ao máximo não só em prol de nossa cervejaria, mas também em prol da cultura cervejeira no Brasil. Fizemos em Minas um movimento pesado, organizamos o setor de cervejas no Sindbebidas e ajudamos a criar no SEBRAE uma pasta específica para o setor das micro cervejarias englobando também as cervejas caseiras. Abrimos nossa cervejaria a todos que quisessem conhecer, acompanhar o processo. Arrebatamos dezenas e dezenas de novos aficcionados. Em termos nacionais, incentivamos a formação de várias Acervas, apoiamos e patrocinamos todos os Concursos Nacionais, desde o primeiro no Rio de Janeiro, em 2006, quando enviamos um barril de Red Baron. Temos contribuído de forma aberta com vários foruns, inclusive no Orkut. Incentivamos e trouxemos de volta para o movimento figuras como o Mestre Paulo Schiaveto, que hoje é grande referência não só no Brasil, como no mundo. Isto, para não citar outras ações, como cursos, palestras, harmonizações dirigidas, que devem estar na memória da maioria de vocês. Ousamos formulando receitas especiais, lançamos o primeiro chopp comercial com o malte torrado na própria fábrica. Formulamos a primeira cerveja Tripel comercial fabricada no país. Partimos para outros estilos, investimos pesado em uma IPA também objetivando dar acesso a todos a esta diversidade de estilo, isto tudo, apesar dos abusivos impostos que éramos obrigados a arcar, com se fôssemos grandes cervejarias, ficando claro a injustiça com relação ao poder contributivo, para empresas de tão pequeno porte. Isto também ocorreu com as demais micro cervejarias do Brasil, cientes da necessidade da expansão da cultura cervejeira no país. Quem não sabe das investidas fantásticas da Colorado, ousando incrivelmente, da Bamberg com sua diversificada carta, da Backer, da Krug (Austria), da Wäls com fantásticas cervejas, da Dado, Schmitt, da Abadessa, a Coruja. Nem vou me extender para não cometer a injustiça do esquecimento, mesmo sabendo que já estou incorrendo nesta falha. Também obtiveram crescimento outros atores da cadeia produtiva, como os fornecedores de matéria prima, de equipamentos, consultores como a fantástica Cilene Saorim entre outros (olha eu novamente cometendo injustiça por olvidar nomes), publicações diversas, bares e restaurantes especializados em gastronomia, sobretudo os de cervejas especiais, delikatessens, supermercados gourmet, fornecedores de acessórios, etc. Fantástico o momento, não? Não. O Governo Federal resolveu acabar com isto tudo. Promulgou, a partir de 1o. de janeiro deste ano uma lei, injusta e confiscadora que promoverá a curto prazo a inviabilidade de nossa atividade no Brasil. Mata os fabricantes existentes e aborta os fetos que são os homebrewers. Sobrarão alguns poucos na informalidade. Na verdade, atendendo a interesse de que nem sei de quem, foi criada uma pauta para os tributos federais (PIS, COFINS e IPI - Leis 11.727 e 11.827) que oneraram inacreditavelmente todos os micro cervejeiros no país. Isto em um momento de crise, em que inclusive, alguns setores da economia têm sido contemplados com isenção de IPI. Para tentar reverter esta situação, reunimos algumas micro cervejarias, no mês de dezembro passado (2008), em São Paulo, mas ainda nos encontrávamos nocauteados, não obtivemos um norte naquela reunião. Progredindo na tentativa de reação, cada micro cervejaria passou a pesquisar, consultar suas bases jurídicas e tributárias e debater via e-mail uma solução. Com a recente consolidação da ASCASC - Associação das Cervejarias Artesanais de Santa Catarina, dotada de uma excelente organização e com um significativo número de integrantes, e ainda, da proximidade com o Rio Grande do Sul, outro estado que envolve um grande número de micros (25, segundo o Gustavo da Schmitt), além da proximidade do Sudeste, realizamos ontem, dia 20 de março, uma reunião que pode ser o marco de uma reviravolta desta derrama que o governo está promovendo em nosso setor. Com presença das Micro Cervejarias Schornstein (SC), Zenh Bier (SC), Saint Bier (SC), Euro Bier (RS), Cervejaria da Ilha (SC), Schmitt Bier (RS), Ralf Bier (RS), Wäls Bier (MG), Krug Bier (MG), Colorado (SP), Falke Bier (MG), Opa Bier (SC), Borck (SC), Bier Land (SC), Das Bier (SC), Sud Brau (RS), além dos Advogados Jorge Glitzer, presidente da Acerva Gaúcha e do José Cândido Borba, Advogado Tributarista, também distribuidor de cervejas especiais, residente em Florianópolis. Nosso propósito é nos municiar de todos e quaisquer argumentos, de toda e qualquer prova da inviabilidade que nos impungiram, formulando, além de planilhas abertas para cada micro cervejaria, para cada Estado uma documentação comprobatória da situação. Temos a favor (o que ocorrerá com o setor se obtiver tratamento tributário justo): - Maior número de micro cervejarias, com a adesão de um grande número de empresas atraídas pela viabilidade do empreendimento; - Maior número de empregos/litros de cerveja, e também relativo aos empregos indiretos; - Valorização da mão-de-obra local com especialização; - Diminuição da informalidade no setor; - Incremento no setor gastronômico, com novas oportunidades para bares e restaurantes; - Aumento de produção e consequentemente vendas, nas empresas já estabelecidas; - Ampliação da oferta de estilos, consolidando o país como uma nova escola cervejeira; - Maior oferta aos amantes, apreciadores e degustadores, que passarão a consumir o produto nacional em detrimento das importadas; - Possibilidades de exportação, ampliando as fronteiras do país; - Beneficiamento significativo do turismo em todos os Estados contemplados; - Resgate histórico e cultural de uma cultura milenar que está enraigada no brasileiro; - Estímulo ao consumo responsável, já que cerveja artesanal se consome em menores volumes. - Benefícios à saude, já que são bebidas ricas em complexos vitamínicos e não utilizam conservantes e produtos químicos lesivos; - Embora o álcool em quantidades elevadas possa ser nocivo, no caso das cervejas artesanais o estímulo é pelo consumo reduzido; - Aumento na arrecadação de impostos.
Contra (o que ocorrerá com a manutenção do novo regime tributário): - Retração de novos empreendedores; - Aumento da informalidade; - Privação dos amantes, degustadores e apreciadores em geral das novas e excelentes cervejas, obrigando-os ao velho cartel; - Retração em toda a escala produtiva, inibindo aumento nos empreendimentos; - Estancamento desta nova atividade cultural, histórica e turística; - Prejuízo para todos, inclusive para o poder público.
Consideramos ainda que a perda arrecadatória com o atendimento a nosso pleito é insignificante à Receita, somos apenas 0,18% da tributação nacional, e que os ganhos com a adesão de novos empreendedores superam significativamente. Fundamentada a idéia, gostaria de solicitar a colaboração de todos da cadeia produtiva. Em breve estaremos lançandos acões, manifestos, abaixo-assinados, até participação em passeatas, tudo que possa mostrar a força de nosso movimento. Na reunião do dia 20, formamos algumas comissões para transformar em números e planilhas o que foi aqui exposto. Estamos com nova reunião marcada, para consolidar isto tudo no dia 24 dia abril, em Florianópolis, na FIESC, mesmo lugar. Solicitamos a todos sugestões, contribuições com análises ponderadas, vislumbramento de canais que viabilizem nosso pleito. Vamos à luta, amantes da boa cerveja. Divulguem a todos de boa razão.
Produzida em quantidade limitada pelo homebrewer José Virgílo Braghetto, a Pratinha é para ser degustada entre amigos e com muita análise de sua qualidade sensacional!
A cada produção, a Pratinha é de um tipo diferente. As 12 únicas garrafas que você encontra na geladeira da loja são de cerveja do tipo scotch ale, com graduação de 11,5% de álcool, podendo ser guardada por vários anos ? se você tiver a coragem de manter-se longe do líquido divino que essa garrafa possui.
Com uma forte característica maltada, pouco lúpulo e um toque de flor de Urze, um arbusto típico das terras altas da Escócia, esta cerveja leva uma grande quantidade de maltes importados que contribuem para um teor alcoólico mais alto e um período de guarda que pode chegar a vários anos. Antes de ser engarrafada, a Pratinha Scotch Ale descansou em tanques com carvalho francês que contribuiu para um bouquet de grande latitude.
Tivemos o prazer de degustar uma Pratinha Scotch Ale logo quando ela foi engarrafada e agora, cerca de um mês depois: a diferença já é muito grande. Da primeira, lembramos do sabor adocicado, característico de uma cerveja de graduação alcoólica alta. A segunda já se equipara a um licor, tendo se tornado marcante o sabor tostado e o retrossabor dos maltes.
Divina! E imperdível!
(Obs.: A Pratinha não é pasteurizada e por isso, deve ser mantida gelada. Por esse motivo, torna-se inviável encomendas para outras cidades que não sejam em Ribeirão Preto. Nossa sugestão: venha buscar!)
*Cervejas trapistas ? Só são consideradas trapistas as cervejas fabricadas dentro dos mosteiros de mesmo nome. Existem apenas sete cervejarias trapistas no mundo, seis na Bélgica (Chimay, Westmalle, Orval, Achel, Westvleteren e Rochefort) e uma na Holanda (La Trappe).
Os monges pertencem à Ordem Cisterciense da Estrita Observância (O.C.S.O. - Ordo Cisterciensis Strictioris Observantiae), e seguem os preceitos monásticos de São Bento, escritos no século sexto. A cerveja é fabricada para consumo dos monges e vendida para ajudar nas despesas dos mosteiros.
Pela primeira vez em 250 anos, a Guinness deixa de ser uma cerveja exclusivamente preta. A Guinness Red é o nome da nova cerveja ruiva que passa a acompanhar a cerveja preta mais conhecida do mundo. A versão terá os mesmos ingredientes da tradicional Guinness Draught, mas é adicionado cevada tostada para modificar a sua cor e o seu sabor, de maneira a torná-la mais doce.
19.9.07
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II Concurso Nacional de Cervejas Artesanais
O II Concurso Nacional de Cervejas Artesanais, da ACervA Carioca, o evento está marcado para o dia 29 de setembro deste ano e será realizado em uma casa de festas no Joá (Estrada do Joá, 3000), a partir das 13h.
Como na edição anterior, o evento terá muita comida e cerveja especial, tudo incluído no valor do ingresso (R$50). Neste ano, vai rolar cerveja Weinhenstephan (Alemanha) e chopp Devassa (RJ), Bamberg Bier (SP), Colorado (SP), Eisenbahn (SC) e Falke Bier (MG), além das cervejas artesanais, totalizando cerca de 30 tipos diferentes. O buffet servido ficará por conta do Petit Paulete e do Bar Luiz, com direito a embutidos do Alemão da Serra, além de churrasco.
Os cervejeiros concorrerão em duas categorias, uma de estilo específico e outra de estilo livre. Neste ano o estilo escolhido foi Stout, cerveja escura do tipo ale.
Os apreciadores do Chopp Brahma terão um motivo a mais para esticarem o happy hour a partir do próximo mês. Trata-se do Chopp Brahma Black, um chope escuro que chega à São Paulo com características inéditas que prometem revolucionar o mercado de chope no País: um líquido muito mais cremoso e com um efeito visual surpreendente graças a um processo de produção especial que adiciona à bebida, além de gás carbônico, nitrogênio.
"O resultado é um produto mais leve, muito mais cremoso, que, quando colocado no copo, produz um efeito visual de cascata que surpreende os consumidores?, explica Wilson Fornazier, mestre-cervejeiro do Centro de Desenvolvimento Tecnológico da AmBev.
Fruto de dois anos de pesquisas, o Chopp Brahma Black é o único chope produzido no Brasil a contar com essa tecnologia. "Como líder na categoria, o Chopp Brahma tem a responsabilidade de oferecer aos seus consumidores líquidos diferenciados e inéditos. Isso sem deixar de lado a qualidade inquestionável da marca Chopp Brahma", afirma Alexandre Macedo, gerente de marketing da Brahma.
Ritual e diversão na hora de servir
Para apreciar o Chopp Brahma Black de forma correta e desfrutar de seu efeito visual único, pode-se seguir o ritual abaixo na hora de servir, composto por sete passos que também se transformam em diversão:
1 - Para garantir toda a cremosidade e o efeito único, é fundamental que seja usado o copo exclusivo de 400 ml de Chopp Brahma Black.
2 - Posicione o copo exclusivo de Brahma Black a um ângulo de 45º, deixando-o próximo da torneira.
3 - Abra a torneira totalmente, abaixando o puxador para sua direção.
4 - Deixe o líquido escorrer pela borda do copo, tomando o cuidado para que não se formem bolhas grandes.
5 - Mantenha o copo inclinado até que o volume de líquido se aproxime da logomarca do copo, e, em seguida, retorne o copo na posição vertical.
6 - Complete até a borda, sem deixar transbordar. Feche a torneira em seguida.
7 - Sirva-o imediatamente, para que o efeito único que só o Chopp Brahma Black pode proporcionar possa ser apreciada pelo cliente.