Blog da Gabi ;)

Divagações, citações, fotos, livros e viagens.
Amigos, família, planos, projetos, música.
Opinião, conversa pra jogar fora, vontade de escrever.

Emoório Biergarten: Cultivando Prazeres

28.9.07

Para gostar de ler

Nos últimos tempos ouvi mais de uma pessoa dizendo que acompanha os livros que leio, aqui no blog e que, através da minha "resenha" (gente... O que escrevo não chega nem perto de uma resenha mas, enfim...) acaba por se interessar pelo livro.

Fico muito feliz e muito lisonjeada por influenciar positivamente na leitura dessas grandes amigas. Pra falar a verdade, acho uma delícia, quando as encontro, que discutamos o livro, que falemos, de uma certa forma, de "cultura".

No caso, pra mim, cultura é não reclamar da vida, é falar de arte, é discutir opiniões. Só por isso esse blog, no meu ponto de vista, é um sucesso: porque ele me faz bem e chega a fazer bem a outras pessoas (nesse sentido cultural, é claro)! ;)


E aí, passeando pela Internet, encontrei algo que talvez possa ajudar um pouco mais na leitura de tantos livros que existem para serem devorados: OS MANDAMENTOS DA LEITURA. Eu gostei! Olha só:

"Na opinião do escritor Alberto Mussa, o candidato a devorador de livros deve praticar 10 mandamentos para dedicar-se à literatura.

I – Nunca leia por hábito: um livro não é uma escova de dentes. Leia por vício, leia por dependência química. A literatura é a possibilidade de viver vidas múltiplas, em algumas horas. E tem até finalidades práticas: amplia a compreensão do mundo, permite a aquisição de conhecimentos objetivos, aprimora a capacidade de expressão, reduz os batimentos cardíacos, diminui a ansiedade, aumenta a libido.

II – Comece a ler desde cedo, se puder. Ou pelo menos comece. E pelos clássicos, pelos consensuais.

III – Nunca leia sem dicionário. As palavras nunca são escritas por acaso.

IV – Perca menos tempo diante do computador, da televisão, dos jornais e crie um sistema de leitura, estabeleça metas. Se puder ler um livro por mês, dos 16 aos 75 anos, terá lido 720 livros. Se, no mês das férias, em vez de um, puder ler quatro, chegará nos 900. À razão de um por semana, alcançará 3.120. Com a média ideal de três por semana, serão 9.360. É importante escolher bem o que você vai ler.

V – Faça do livro um objeto pessoal, um objeto íntimo. Escreva nele; assinale as frases marcantes, as passagens que o emocionam.

VI – Não se deixe dominar pelo complexo de vira-lata. Leia muito, leia sempre a literatura brasileira.

VII – Prefira a literatura brasileira, mas faça viagens regulares. Das letras européias e da América do Norte vêm a maioria dos nossos grandes mestres. A literatura hispano-americana é simplesmente indispensável.

VIII – Tente evitar a repetição dos mesmos gêneros, dos mesmos temas, dos mesmos estilos, dos mesmos autores. A grande literatura está espalhada por romances, contos, crônicas, poemas e peças de teatro. Nenhum gênero é, em tese, superior a outro. Não se preocupe com o conceito de gênero: história, filosofia, economia, etnologia, memórias, reportagens, auto-ajuda, viagens, etc.

IX – A vida tem outras coisas muito boas. Por isso, não tenha pena de abandonar pelo meio os livros desinteressantes. O leitor experiente desenvolve a capacidade de perceber logo se um livro será bom ou ruim.

XForme seu próprio cânone. Se não gostar de um clássico, não se sinta menos inteligente. Não se intimide quando um especialista diz que determinado autor é um gênio e que o livro do gênio é historicamente fundamental. O fato de uma obra ser ou não importante é problema dos críticos e escritores. Não leve nenhum deles a sério; não leve a literatura a sério e faça o seu próprio decálogo: nesse momento, você será um leitor."

Fonte: Revista Entre Livros, edição nº. 27, julho de 2007, págs. 48/49.

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26.9.07

Um brinde à sua vida


Essa é a verdadeira alegria da vida: ser usado para um propósito reconhecido por você mesmo como poderoso. Ser cuidadosamente exaurido antes de vestir-se com trapos. Ser a força da natureza em vez de um pequeno idiota egoísta cheio de doenças e lamúrias — porque o mundo não se dedica a fazer você feliz.
(George Bernard Shaw)

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Uma semaninha!

O roteiro está mais ou menos certo. Mas nem tudo pode ser planejado: deixamos algumas janelas para deixar os acontecimentos nos levarem...

Não sei quanto vou conseguir escrever no blog, ou postar imagens durante o mês de outubro. Gostaria muito de fazer todas as atualizações conforme os acontecimentos. Mas sei que quando as viagens vêm, eu me entrego. E não me sobra muito tempo, além de curtir tudo que posso e mais um pouco.

Saiba que no dia 3 estamos indo para Amsterdam, ficar na casa da minha amiga/irmã. De lá, no fim de semana, iremos para Munique, na Oktoberfest. Depois, volto para Amsterdam e em mais alguns dias, estamos em Colônia, para trabalhar e também aproveitar as amigas de lá.

Depois da feira em Colônia, não há mais planos: iremos pra onde pudermos ir e onde indicarem. Sei que vamos passar nosso último fim de semana da Europa na Bélgica — mas ainda nem sabemos onde. Pra finalizar, passamos mais alguns dias em Amsterdam e voltamos para o Brasil no dia 1 de novembro.

Acho que essa viagem vai ser inesquecível.
Se eu não contar durante, prometo que conto depois!

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25.9.07

Sábado na Zucker

Em comemoração ao aniversário da Raquel, fomos à boate-baladinha da cidade (por enquanto). A Zucker é legal mas, não tem muitas opções de cervejas e pratos.

A Amanda, que foi pra lá com fome, pra comer comida japa, ficou chupando o dedo. O sushiman da casa sofreu um "acidente": queimou a mão com óleo quente e não podia trabalhar. A dúvida que não quis calar: por que o sushiman, que trabalha com peixe cru, queimou a mão no óleo quente? E por que eles não subsituíram pelo menos no fim de semana?

Enfim... Continuando a saga: ela pediu Pepsi, não tinha. Depois, pediu uma outra comidinha e também não tinha. Aí, o negócio foi perguntar o que tinha pra comer e beber. Ah! Cerveja Summer também tem no cardápio mas, não tem pra comprar.

Tirando isso, a comemoração foi ótima. Deu pra dançar com as musiquinhas nada muito novas do DJ Lebas (sim, Juliana, você leu certo: o Lebas é DJ na Zucker!). Achei que ia conhecer um som um pouco mais moderninho mas, de qualquer maneira, deu pra aproveitar. O que me deixou de mal-humor mesmo foi a consumação mínima de R$ 30,00 pra mulher e R$ 60,00 pra homem, só porque estávamos na área "lounge", que fica na boate. Sem opções de consumo fica difícil, né!?

Vamos às fotos, já que todo mundo se "prodruziu" pra balada:

A aniversariante e o digníssimo, Paulinho.

Olha o casal aí de novo!

Family: sister, me and Baby!

Amanda (irmã da Quel), Joice e eu.

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Minha sexta-feira

A D O R O sentar numa mesa na calçada de um bar e jogar conversa fora com os amigos. A última sexta-feira foi especial: amigas ilustres na mesa, além de uma boa conversa sempre, com todo mundo que sempre vai ao Cervejarium.

Veja as fotos:
(Carol, morra de inveja! hihiih)


Kikíssima — a amiga mais meiga que eu tenho.

Thaísh, uma das amigas mais engraçadas e desencanadas.

Ana e Léo: a moleque e o fofo. (Nem precisam de apresentações...)

Baby, o fotógrafo e seus malabarismos com a câmera.

"Ein Prosit!!!" — Estamos nos preparando pra Oktoberfest em Munique!!!

Precisa falar alguma coisa da peça?

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21.9.07

Livro: A distância entre nós

Romance da jornalista indiana Thrity Umrigar, o livro "A distância entre nós" relata costumes da Índia inimagináveis para a nossa realidade e verdades iguais em qualquer lugar do mundo.

A história tem como personagens centrais a patroa, Sera e a empregada, Bhima. Elas são de castas diferentes e por isso, cada uma deve exercer a sua função na sociedade: Sera, da casta dos parses, seria como se da nossa classe média alta; Bhima, aquela que nasceu para ser, pelo resto de sua vida e de seus descendentes, serviçal.

A patroa sofre os abusos de uma classe que deve sempre manter as aparências e que não pode, de jeito nenhum, tratar alguém de outra casta como seu igual. A empregada não pode se sentar em cadeiras ou sofás da casa onde trabalha, não pode usar talheres, copos ou pratos para si, a não ser os utensílios que tem guardados numa caixa de papelão. Na favela onde mora, não há infra-estrutura nenhuma, ou esgoto, ou mesmo luz. Ela se sente ignorante por não saber ler e escrever mas, tem muito mais sensibilidade do que imagina, por baixo de todo o seu jeito ranzinza.

Na verdade, o que se percebe é que, mesmo sendo de castas diferentes, as duas se aproximam por sofrerem a opressão de serem mulheres, por deverem aceitar e fingir não saber muitas coisas. É uma dura realidade, que se passa na cidade de Bombaim. É difícil acreditar no desfecho do livro. Eu esperava que depois de tanto sofrimento, essas mulheres se rebelassem, se abraçassem, se unissem. A história é muito mais verdadeira e cruel do que se imagina.

Para conhecer novos costumes, e costumes nada bonitos, a leitura compensa: muito bem escrito, você lê num instante a triste história da sociedade da Índia, no microcosmo da vida dessas duas mulheres.

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18.9.07

Criação de cardápio by Vesoloski

Não é novidade que somos assíduos no Cervejarium, bar de Ribeirão Preto, que fica na Av. Independência. Lá, a gente se sente em casa — como eu já disse aqui e para quem quiser ouvir, inúmeras vezes.

Então... Por nos sentirmos assim, tão à vontade, Marcelo, meu namorado, resolveu fazer um cardápio novo para o bar. A criatividade corre no sangue do menino e a gente estava um pouco cansado de só trabalhar com a cachaça.

E aí, vem a idéia mais inusitada: fazermos os
cardápios com rótulos de cervejas que o próprio bar tem. E não são poucas, já que eles são especializados em ter o diferente por lá. O que eu não esperava é que desse tanto trabalho: lembrei da minha época que encapava meus cadernos. Sobrepor rótulos, escolher como combina mais...

Já fizemos seis cardápios (cada um exige, em média, 70 rótulos) e entregamos na última sexta-feira. Ou seja, o Cervejarium está com cardápios novos, que são a cara do MESMO!

E o melhor: já ouvimos diversos comentário e elogios e duas pessoas já disseram que cardápios assim, são comuns na Bélgica — mas a idéia foi legítima: o Marcelo nem sabia disso (mas poderemos conferir agora, na nossa viagem pra lá!).

Olha a Júlia (gerente e amigona) cuidando do novo cardápio:
Mas não pensem que acabou: continuamos num mutirão para retirar rótulos das garrafas. Faremos 12 cardápios para o bar até o final do mês e haja rótulo pra tanta pasta. Nenhum cardápio será igual, já que estamos colando rótulo por rótulo e depois, plastificando.

Sem falsa modéstia, todo mundo adorou! E o mais legal realmente é que cada cardápio é único!

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13.9.07

Só 20 dias

Faltam só 20 dias pra viagem.
E eu estou completamente... DESESPERADA!

De tanta coisa que temos que fazer, de tanta coisa que tem que ficar em ordem, de tanta coisa ainda a resolver.

E principalmente: de preocupação com a mala pra arrumaaar!

Delícia! Mas é sério: tem muita coisa pra rolar ainda, antes de eu sentar na minha poltroninha do avião em paz!

Pra variar, estou sem muito tempo pra respirar!

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12.9.07

O moleque cresceu

Sexta-feira passada, fomos ao Villa das Flores prestigiar a banda Studio R4. Esse menino aí em cima, é o vocalista da banda: Vitor, que anda arrasando corações cantando músicas de Jota Quest, Capital Inicial e afins, é o moleque que cresceu.

Agora, vou contar a historinha: a Dani (irmã dele, aí na foto, do lado esquerdo) é minha amiga de "séculos". Estudamos juntas no colegial e depois, fomos fazer nossas faculdades diferentes: ela, direito; eu, publicidade. Mas, não teve como a gente se perder no espaço: como na época de balada eu ia muito pra casa da minha vó, em Batatais (cidadezinha aqui perto de Ribeirão), levava minhas amigas junto comigo (e dá-lhe bumba!). E a Dani foi comigo durante um tempo e depois, com as próprias pernas.

Foi lá que ela conheceu o Rodrigo, num grito de carnaval, logo quando começou a ir pra lá. O namoro engatou e ano passado, fui madrinha de casamento. Afinal, fui eu que levei a moça pra cidade. É claro que o destino daria um jeito de fazê-los se encontrar mas, eu posso dizer que ajudei! ;)

E em todos esses anos que nos conhecemos, conheci o Vitor moleque e completamente pentelho. Vivia me chamando de Maria e me tirando do sério. SEMPRE me pentelhou.

Agora, ele cresceu. E mostrou que tem talento. Tanto que no sábado eu estava rouca (coisa que nunca acontece) de tanto que cantei.

A balada foi boa! Mas rever essa família, que eu não via há algum tempo, foi melhor ainda!

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Negócios necessários

"O gosto amargo da baixa qualidade
dura bem mais que a doçura do preço inferior."

Heinz Ruhnau, presidente da Lufthansa

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7.9.07

O nosso país

Pois, é... Hoje é dia da Independência do Brasil. E eu fiquei aqui, a procurar comemorações, desfiles, fogos de artifício.

Até aconteceram os desfiles de sempre, e também discursos inflamados e com certeza algumas comemorações particulares com o nosso dinheiro — porque o 7 de setembro é comemorado pelo governo, é aproveitado pelos políticos para falarem bem de si mesmos.

Então... A nossa independência não é comemorada pelo seu povo. Tirando a participação de crianças nos desfiles (e aí, os pais vão assistir), não há nenhum envolvimento da nação com esse dia. A história boa de tudo isso é que é feriado (OBA!) e pronto. Melhor ainda na sexta-feira, pra emendar e descer pra praia.

Eu não sei... Talvez eu esteja pedindo demais ou até pareça que eu quero ser idealista demais mas, a gente não dá valor nenhum para o que tem. Pense bem: você viaja, passa dias e dias (ou não) longe de casa e quando volta, parece que é o céu. Pra mim, isso é pátria. E foi isso que a independência trouxe pra gente: o direito de voltar — mas voltar só se quiser, o que é melhor ainda.

Querendo ou não, a gente é brasileiro em qualquer lugar do mundo. E isso é motivo de orgulho. Por mais que pareça exagero ou até pieguice, eu ADORO ser reconhecida como brasileira: pelo jeito de andar; pelo jeito de falar (quase italiano porque se eu não tiver minhas mãos, não falo); pelo jeito de conversar; pelo jeito de se empolgar e se interessar por qualquer coisa.

Brasileiro pode ser qualquer um: branco, preto, amarelo; loiro, moreno, ruivo. É uma mistura tão boa que não dá pra definir pela cor da pele ou dos olhos. Dá pra definir pelo sorriso, pela forma de levar a vida. Sei que estou sendo otimista — tem também o "jeitinho brasileiro", que é feio; tem também muita gente mal-humorada e preconceituosa. Tem todos os defeitos de qualquer lugar do mundo, além da miséria, da fome, da má vontade.

Mas eu prefiro comemorar o meu 7 de setembro com o melhor que eu possa dar de mim: pra mostrar pra quem quiser ver que ser brasileiro é bom demais. Vou ser Pollyanna: a gente não tem terremoto, nem furacão, faz sol a maior parte do ano; a gente tem Carnaval e praias lindas — sem contar a serra. A gente pode votar em quem quiser (mesmo tendo gente sendo comprada, eu sei...), a gente é muito hospitaleiro, a gente se interessa por gente.

Sei lá.... Ser brasileiro é ser humano. E eu sempre AMO voltar pra casa e comer arroz com feijão e chuchu!

Se você nunca teve a sensação de voltar, não sabe ainda o quanto é bom ser brasileiro
— visto de fora, o verde e amarelo fica mais bonito do que já é!

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Coimbra

Como minha irmã está com um carro alugado para rodar a Península Ibérica, hoje, bem cedinho, eles iriam para Coimbra. Segundo as pesquisas que fiz, a cidade é considerada a "capital do saber português. Detentora da 3ª universidade mais antiga de toda a Europa e de uma biblioteca cujos móveis exibem a beleza da madeira exótica oriunda do Brasil...". (Ou seja, está lá parte do que levaram daqui, na época da colonização!)

A história da cidade nos remete aos tempos de conquistas e mudanças de poder — foi sede da diocese dos romanos, depois um importante entreposto comercial, capital do condado; e sempre com a universidade como grande responsável por seu crescimento. Espero que a sister não deixe de visitar a tal da Universidade de Coimbra.

Ontem, quando falei com a Joice, ela me disse que haviam ido jantar "depois do rio", em Porto e que ela já havia andado tanto que suas joanetes estavam gritando de dor!

E faz calor na terrinha!

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6.9.07

27,7 milhões

É muito egoísmo: o cara faz um jogo da Mega Sena pra ele e outro pro funcionário. Aí, combinam de dividir o prêmio se um dos dois ganhar. Notem bem: eram 54 milhões de reais.

Os números do funcionário são os sorteados. O cara, ao invés de dividir 27,7 milhões
(Os outros 27,7 milhões foram pra outro bilhete premiado, dividido entre TREZE ganhadores - sem problema algum. De qualquer maneira, cada um levou 2,1 milhões de reais!), resolve "ingrupir" o coitado e dizer que foi o bilhete da família que foi o premiado.

Ah, gente! Tenha dó, né!? Se fosse um milhãozinho só, eu até falava menos. Mas são 27,7 milhões!! Vou te dizer onde esse cara deve estar querendo ENFIAR tanto dinheiro!

Eu é que vou jogar de novo! Quem sabe a sorte me ajuda? ;)


Leia aqui a lenga-lenga.

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Direto do Além Mar

"Estamos na calçada da Praça da Batalha, em Porto, tomando uma cerveja local. 36 horas acordados e chapados porque provamos todos os vinhos! Tudo de bom! Andamos de bondinho e andamos até falar chega. Muito legal e muuuito calor. Fala pra mommy que tá tudo bem. Amanhã eu ligo. Beijo."

Foi essa mensagem que recebi ontem da sister, no meu celular, em pleno horário comercial aqui no Brasil, na correria, na hora do calor de Ribeirão. De morrer de inveja...

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5.9.07

Durst auf leben

Sede de viver, em alemão. Slogan da cerveja Weihenstephaner.

Então... Esse é só um parêntesis no meu blog pra dizer que ontem eu fui ao Cervejarium e tomei duas Pepsis. Mas aí, minha grande amiga Júlia resolveu nos presentear não com uma, mas com DUAS Weihenstephaner para tomarmos no balcão. Não teve jeito, né!? A profecia aconteceu: bebi de novo!

E bebi com gosto: tomamos a Dunkel, que é a escura e a de trigo. Gostei mais da primeira. Tomamos naquele copão, sabe!? Que cabe tudo, inclusive um suspiro de satisfação.

Hoje fui pesquisar sobre a cerveja pra contar aqui e gostei mais ainda: a Brauerei (cervejaria) mais antiga do mundo (desde 1.040) fica em Freising, pertinho de Munique, na Bavária - sul da Alemanha. Quem sabe não dá pra ir lá conhecer? Afinal, eu tenho MUITA sede de viver! ;)

História — A história da Weihenstephaner começou em 725, com a fundação do Monastério Beneditino Weihenstephan. Ele foi fundado por São Corbiniano e mais 12 monges beneditinos. Em 1040, eles obtiveram a licença para fabricar e vender cerveja e foi pela Igreja que a bebida se espalhou, assim como aconteceu com o vinho. Até então, a cerveja era produzida para o consumo dos habitantes locais, devido às dificuldades de transporte. O primeiro país a industrializar a cerveja foi a Alemanha.

A indústria cervejeira alemã segue uma rígida e secular norma de fabricação. A Lei de Pureza de 1516 determina que a cerveja alemã só pode conter quatro ingredientes: água, cevada, malte e lúpulo. Planta trepadeira originária da Europa, o lúpulo foi incluído posteriormente e acrescentou gosto específico, amargo e aromático à bebida. Também há as cervejas alemãs feitas de trigo, muito populares. Mas nenhuma delas contém conservantes. A tradição manda servir a bebida no copo com o nome da cerveja, obedecendo a marca que delimita a medida do colarinho.

A cerveja alemã caracteriza-se por uma graduação alcoólica que varia entre 5% e 7,3%, maior que o teor das nacionais. Mais encorpada, a bebida germânica tem aroma e sabor mais fortes. São completamente diferentes das cervejas brasileiras.

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Na terrinha

Hoje, às 9h40 — horário local do Porto, Portugal, o que equivale a 5h40 da manhã, aqui no Brasil —, minha irmã desembarcou em Portugal.

Ela está na terrinha! Conhecendo a maneira de se falar "portuguêish" como os portuguesesh, orash poish!

Enfim, como não pude acompanhá-la (e ela já está bem acompanhada com o boyfriend), vou fazer uma viagem à Península Ibérica por aqui mesmo, seguindo os passos do casal por lá e contando um pouco do que eu pesquisar sobre Portugal e Espanha por aqui. (É claro que não vai faltar assunto, já que os países são muito visitados por brasileiros e o que mais tem são roteiros pra quem vai pra lá, né!?)

A foto aí em cima foi tirada na cidade do Porto, na Rua de Pena Ventosa, por José Paulo Andrade. Roubei da página de fotos dele, que vale a pena ser conferida
— são todas lindas!

Agora, um pouquinho de curiosidade:

De tanto chacoalhar
O mais conhecido vinho de Portugal, o Porto, tem uma origem curiosa. Segundo a lenda, padres de um mosteiro passaram a adicionar aguardente vínica ao mosto, para que não chegasse à Inglaterra, principal importador do produto, transformado em vinagre, por conta da turbulenta travessia marítima. Com a adição da aguardente, o processo que transforma os açúcares em álcool pára, e o resultado é o famoso vinho usado tanto como aperitivo como digestivo.


Vamos acompanhar essa viagem!

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4.9.07

Absoluta MESMO!

A Vodka Absolut é um arraso em design e bom gosto. Sempre foi.

Agora, navegando por aí, descubro um projeto super legal que fizeram aqui no Brasil. Foram 12 artistas convidados a fazerem roupas novas à garrafa da bebida, mostrando suas impressões do Brasil. Destas obras de arte, duas foram escolhidas para serem comercializadas — a garrafa de Nelson Leirner e de Daniel Senise. Colecionadores, fiquem atentos!

Na verdade, pra mim, as mais bonitas são essas que estão aqui. Mas não foram as vencedoras. De qualquer maneira, vale a pena conhecer: em São Paulo, acontece uma exposição mas, só até o dia 6 de setembro.

Então, o jeito é visitar o site e conhecer o trabalho dos artistas: como sempre, de arrasar!


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Ressaca

Os excessos de nossa mocidade são saques sobre a nossa velhice, pagáveis com juros trinta anos depois. (Charles Caleb Colton)

Estava eu mantendo-me embriagada há uma semana. Depois das 18h, durante a semana e o dia todo no sábado e no domingo. Mas hoje, parece que resolveram me cobrar todo esse "sacrifício": estou quebrada!

Infelzimente. Porque eu tava querendo ir dar uma voltinha no Cervejarium...
Será que eu não vou? E se eu for, será que não vou beber?

Aguarde! Cenas do próximo capítulo amanhã.
Mas fazia tempo que eu não me sentia obrigada a dar uma pausa no meio do dia... O negócio tá brabo!

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3.9.07

Exatamente um mês!

Faltam 30 dias contadinhos para a viagem à Europa!

A ansiedade já toma conta de mim: hoje já sonhei que perdemos o vôo...
Já vou começar a organizar a mala!!! E as amostras, e o material impresso, e os copos, e a cachaça...

Tem mais: como disseram que vai cair um avião voltando de algum lugar em outubro, trocamos a passagem de volta: só saio do aeroporto de Amsterdam no dia 01 de novembro agora!

EBA! Ganhamos mais alguns dias de passeio!

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